sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Relação (Transmissão secundária)



Pegando um anuncio qualquer da Riffel:

KIT SUPER TOP

O Kit Super Top é projetado especialmente para atender o segmento de motos de alta cilindrada. Cada kit vem com a "mundialmente reconhecida corrente EK", especialmente confeccionada para motos de alta cilindrada, uma coroa produzida com o exclusivo aço 1045 da Riffel. Matéria-prima a base de carbono, mais resistente e durável. Além de pinhão temperado. Visando a máxima resistência e precisão nas formas, as peças do Kit Super Top são zincadas e usinadas em maquinas de CNC garantindo total segurança aos motociclistas.

Características:
-Corrente EK com retentor Oring;
-Modelos em Aço 1045 Riffel;
-Peças zincadas fabricadas em máquina CNC;
-Pinhão temperado;
-Qualiadde Riffel;
-Zincado;


Muito bem, o que podemos separar do que eles dizem sobre o produto?

A corrente de que eles falam (devo estar bem desatualizado a respeito pois nunca ouvi falar nessa EK) sempre tive a KMC como referencia em corrente e depois a DID. No caso de uma moto de 250cc pra cima, sempre se procura usar o melhor em corrente, reforçada e com retentor. E nesse caso cada produto terá seu valor. Como pode-se ler a Riffel não fabrica corrente e nem creio que a VAZ também fabrique, apenas a coroa e o pinhão.

No caso da coroa e do pinhão, esse sim são dois componentes que podem ser fabricados por diversos "usinadores" e o pinhão será de um material e a coroa de outro, mas todos eles citam o aço 1045, logo pouca coisa vai mudar de um para o outro além do preço e da fixação.

Logo, tirando a corrente, a coroa e o pinhão tem que ser aqueles que encaixam na furação da respectiva moto e a corrente de preferencia a melhor que puder comprar. E para que tudo isso funcione por um bom tempo e a contento nada como manter limpo e lubrificado.

Se tua moto tiver cavalete melhor, caso contrário, compra um macaco hidráulico que custa uns 80 reais, levanta a moto e te poem a limpar a corrente uma vez por mes pelo menos ou dependendo do uso da moto, lembre-se que é uma parte importante no funcionamento, não use graxa, e deixe sem "nós" a corrente deve rodar livre, leve e solta. E sempre ajustada.



Agora cada um tem sua formula para cuidar da relação, uns usam graxa outros usam spray e cada processo pode ajudar a melhorar ou piorar a duração e a integridade do conjunto. Por experiencia que tive na Mirage que veio com um KIT da VAZ e durou lá seus 25 mil km só na base da limpesa e lubrificação com óleo, acho que cada sabe onde aperta o sapato e usa que quiser.

Procuro limpar 1 vez por mes todo o conjunto, abrindo a tampa que protege o pinhão, local que normalmente acumula muita sujeira, principalmente pra quem usa graxa. Limpo com querosene (sei, é um produto proibido) ou uso algum spray desingrachante, vai quase a lata toda. Muita estopa ou pano até deixar tudo sem sujeira, o que ajuda nessa tarefa é um cavalete se não tiver um macaco hidráulico, aqueles vendido por 80 reais ajuda.

Na foto acima pode-se ver o desgaste que ocorre, lembre-se é ferro atritando com ferro, um dia as peças desgastam. O pinhão tende a curvar os dentes, e a coroa tende a abrir espaço entre os dentes, no caso da corrente vai criando folga entre os roletes, mas por experiencia noto que a corrente pode ser trocada 1 vez par cada 2 trocas da coroa e pinhão. Mas isso depende dos cuidados.

Quando os dentes começam a abrir e a curvar, eles começam a pegar nos roletes da corrente e começa o acavalamento, podendo numa dessas estourar a corrente. Motivo também dos barulhos de tek tek.

Outra coisa que ajuda e muito é manter a corrente ajustada, quando o ajuste na balança chega ao fim é sinal que está na hora de trocar o conjunto todo.



Esses dois pinhões são da Mirage 250 o da esquerda (rodou 21 mil km) que troquei por trocar, ainda rodava mais uns 10 mil km.







Resumindo: É possível sim, trocar uma corrente a cada duas trocas de coroa e pinhão. A coroa tende a abrir espaço entre os dentes e gasta a ponto de criar pontas. O pinhão tende a curvar as pontas e desgasta criando pontas também.



VAZ Riffel DID KMC Roller Chain Definition

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Motor cobaia da CB 400 1982 - Parte 7

Motor cobaia da CB 400 1982 - Parte 6

Motor cobaia da CB 400 1982 - Parte 5

Motor cobaia da CB 400 1982 - Parte 4

Motor cobaia da CB 400 1982 - Parte 3

Dentro do motor os anéis, parte superior dos pistões e valvulas estão bem feios, mas pra um motor de 82 que estava atirado ao relento... até que deve funcionar denovo...

Motor cobaia da CB 400 1982 - Parte 2

Motor cobaia da CB 400 1982 - Parte 1

Bom, ia esperar para fazer outro cavalete, mas não vou esperar, melhor desmontar e usar a parte de baixo do bloco para fzer um suporte mais dentro das medidas.



Num primeiro momento me pareceu que as peças estavam em bom estado, exceto pelo extator que foi violentado, até um pedaço do bloco foi quebrado, 3 parafusos do bloco quebraram dentro num primeiro movimento, mas mesmo os parafusos philips estavam em bom estado, apesar de que no bloco os parafusos são sextavados, se fosse uma Yamaha acho que estariam com as cabeças detonadas. Os prisioneiros de um dos cilindros estão quebrados no bloco.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Motor de CB 1982 com pedal de arranque.

Encontrei esse motor atirado num pateo e comprei (r$ 380,00) para aprender sobre motor 4 tempo, está em petição de miséria, mas acho que depois de uma limpesa dá pra brincar de mexanico com ele.

Banco de leilão

Achei um banco de leilão, a chapa metalica está melhor que o que tenho, então vou levar pra zincar e depois passo um spray de prime e uma tinta preta brilhante e vamos ver como fica.





13/09/2016
O que foi feito:

O banco original da Tucunaré usa uma rabeta esportiva, o banco que comprei no leilão é o da CB com rabeta curta, logo não serve, se eu manter a rabeta esportiva, que não queria.

Mandei jatear e depois zincar a chapa do banco do leilão, e depois pintei com spray, e levei num estofador para arrumar a espuma e a capa.