quarta-feira, 30 de julho de 2014

Conheça o mecânico que é o rei da CB 400

Aos 65 anos, Nelson arruma a moto pela qual é apaixonado desde seu lançamento, em 1980. O mecânico tornou-se especialista no conserto e em obter peças do veículo

Renato Gava
renato.gava@diariogaucho.com.br

Lançada no Brasil em junho de 1980, a Honda CB 400 até hoje é cultuada pelos amantes das duas rodas. Várias ainda rodam pelas ruas ou em exibições. Mas e quando quebra, o que fazer?
No Rio Grande do Sul, poucos têm tanto conhecimento e peças da velha máquina quanto Nelson Luiz Streit. Desde 1984, ele mantém sua oficina na Rua Amapá, Centro de Canoas.
– Quando sobra tempo, até mexo em uma ou outra moto, mas minha paixão é mesmo a CB 400. Pego um motor às 8h, abro, troco as peças e, no mesmo dia, deixo pronto – conta o mecânico de 65 anos, que começou aos oito, na mecânica do pai, em Soledade, Norte do Estado, arrumando as legendárias Java.
Nelson não tem controle de estoque. Recentemente, desmontou seis CB, quase completas. Com orgulho, mostra um pedal de partida e um painel nunca usados. Além de dez caixas de câmbios, incontáveis bronzinas, pistões...
– A lista é grande. Nem sei por onde começar – diverte-se.

Sem data para parar

Considerado resistente, o motor bicilíndrico da CB tem seus pontos fracos. O virabrequim, eventualmente, precisa ser substituído ou reformado. O outro são os dois carburadores, cuja equalização é tarefa para poucos.
– Não tem segredo, é só o cara aprender. Se a gente regula bem e o dono faz a manutenção adequada, a moto roda dois, três anos sem precisar voltar – assegura Nelson.
Um conserto geral pode custar até R$ 2,5 mil. Já a limpeza e regulagem dos carburadores, R$ 150.
Casado há 41 anos, Nelson deixa claro que nem pensa em se aposentar.
– Claro que penso! Lá por 2060, por aí – diverte-se.

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terça-feira, 22 de julho de 2014

CBX 1100 raridade

foto por celular

Ponteira de Fusca

Ontem um camarada teve problemas com a PRF por causa do escapamento. Como eles não acharam nada de errado depois de parar 2 motos grandes, não podiam deixar barato e implicaram com o som do escapamento e sem nenhum medidor de ruído, só ouvido (o treinamento deles deve ser melhor que na alemanha, pois lá a policia usa decibilimetro), então aplicaram uma multa, retiveram os documentos (praxe) e lá fomos procurar uma solução, numa cidadezinha do interior. Numa oficina o mecânico indicou usar ponteiras de fusca. São baratos e ficaram quase justas na abertura da surdina, mas eis que o mecânico lembrou que tinha dois abafadores de moto 2 tempos e acabou por usar na moto. Mas fica a dica, das ponteiras de fusca.